Minha abordagem
- Caroline Leonel
- 13 de mar.
- 2 min de leitura
Atualizado: 2 de mai.
Quando você decide iniciar a Psicoterapia, você inicia também uma relação. Esse vínculo vem antes de tudo, é nele que toda a estrutura do processo se ancora. Tomar a decisão de olhar para si é se colocar diante da própria vulnerabilidade. Sendo assim, a confiança é a base de tudo e, na minha opinião, escolher uma profissional que se apresente como uma pessoa real, e não como uma fachada, importa muito.
Isso porque, a maior parte de nós aprende muito cedo a se encaixar, a silenciar o que sente para receber aprovação. Não é uma falha, é a busca pela sobrevivência emocional nua e crua. Dessa forma, quando deixamos de considerar os sinais das nossas emoções e dos nossos sentimentos, nossa própria referência se perde.
O objetivo da relação terapêutica é resgatar essa referência, essa confiança na própria experiência. Então, meu objetivo, enquanto psicóloga, é oferecer uma relação em que você não precise se encaixar em modelos prontos, em que você sinta segurança para explorar as suas próprias experiências, com maior autonomia.
Quando podemos ser autênticos, as nossas diferenças são validadas. Essa é uma das partes mais poéticas das relações: quando dois universos se misturam, forma-se um novo. Eu chamo de empatia a capacidade de ouvir e respeitar alguém a partir das diferenças. Essa é uma qualidade fundamental em uma psicoterapia séria, já que é a partir dela que as simbolizações e nomeações inauguram movimentos.
Somente a presença convoca a presença. O que surge no momento imediato mostra a direção do processo. Presente, passado e futuro são experimentados no corpo do agora. Nem rápido demais, nem arrastado também. Oferecer presença é sobre sincronizar o ritmo na relação e caminhar junto, ao lado. É oferecer o que muitas pessoas talvez nunca tenham tido: voz e respeito.
Se essa forma de cuidado é o que você está buscando neste momento, me escreva para conversarmos melhor.
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